17 de set de 2009

Eu sou a luz das estrelas...


Cada ser humano é um universo em si mesmo. Cada um de nós é uma centelha divina, plena de recursos, na maioria inexplorados. Andamos pela vida às cegas, desconectados desta centelha interior, e o resultado desta cegueira pode ser visto em nossa sociedade.

Esquecemos nossas origens, esquecemos quem realmente somos. Vagamos ao léu, na esperança de que algo, ou alguém, finalmente nos ancore. Procuramos fora de nós mesmos a resposta que se encontra em nosso interior.

Como recuperar esta conexão? Há muitas opções, cada uma oferecendo uma atração particular a determinado tipo de personalidade. O que me atrai é a astrologia. A linguagem simbólica, para mim, expressa o inexprimível. A idéia de possuir um mapa do caminho, um roteiro de viagem, é fascinante.

O mapa, para mim, funciona como um manual de instruções. Ele descreve a maravilhosa caixa de ferramentas que tenho à minha disposição, bastando que eu opte por utilizá-la. Cada pequeno detalhe do mapa indica uma habilidade multifacetada, que eu posso explorar como me apetecer. Quero apenas um uso básico, para o dia-a-dia? Tudo bem, a ferramenta se presta a isso, e continua ali na caixa, caso um dia um mude de idéia. Quero me especializar no seu uso? Tudo bem, posso ir adestrando minha capacidade a níveis cada vez mais complexos.

Tenho livre arbítrio. Eu escolho o nível de competência que quero desenvolver. Eu escolho o nível de consciência que quero atingir. Posso ser apenas alguém que quebra um galho, quando algo precisa ser pregado, ou posso me tornar uma exímia carpinteira. Mas, com meu mapa nas mãos, uma coisa não voltarei a ser: alguém sem rumo.

Tudo o que faz parte de sua caixa de ferramentas é seu. Tudo foi conquistado a duras penas, em muitas encarnações. Seria uma pena deixar tudo isso enferrujando, aguardando uma próxima oportunidade. Use os dons que você possui. Ninguém mais pode fazer isso por você.

Título: referência à canção Gita, de Paulo Coelho e Raul Seixas.
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